Amamentação vs. Fórmula Artificial: Benefícios para a mãe e o bebé".

Nas últimas décadas, uma investigação alargada revelou inúmeras vantagens convincentes do aleitamento materno em comparação com a alimentação artificial com fórmulas. Estas vantagens vão para além do bem-estar do bebé e têm implicações de grande alcance.

Em primeiro lugar, o leite materno destaca-se como a escolha ideal para nutrir os recém-nascidos, promovendo o seu desenvolvimento físico holístico. Um aspeto digno de nota é o facto de os bebés amamentados tenderem a ganhar peso a um ritmo mais moderado do que os bebés alimentados a biberão, diminuindo assim o risco de excesso de peso ou obesidade no futuro.

Além disso, o leite humano possui uma composição notável, rica em anticorpos e células imunocompetentes que proporcionam proteção contra um espetro de infecções. Este mecanismo de defesa natural protege os bebés de doenças como a gastroenterite, bronquite, otite, meningite e outras doenças menos comuns. Embora as provas sejam um pouco menos sólidas, alguns estudos sugerem que a amamentação pode reduzir o risco de alergias, diabetes e até reforçar o desenvolvimento cognitivo, embora esta continue a ser uma área de investigação em curso.

Os benefícios da amamentação também se estendem à mãe. Imediatamente após o parto, o ato de amamentar desencadeia a libertação de oxitocina, uma hormona que ajuda as contracções uterinas, reduzindo a probabilidade de hemorragia pós-parto. Além disso, apoia o restabelecimento da densidade mineral óssea, atenuando o risco de osteoporose e de fracturas da anca numa fase posterior da vida. As mães que amamentam também apresentam um risco reduzido de certos tipos de cancro, incluindo o cancro do ovário e o cancro da mama inicial. Além disso, a amamentação actua, até certo ponto, como um contracetivo natural, atrasando a ovulação.

Com muito poucas contra-indicações médicas, o aleitamento materno é geralmente seguro e aconselhável. As excepções incluem a rara doença metabólica galactosemia, a tuberculose materna ou a SIDA e o consumo de drogas pela mãe. A maioria dos medicamentos pode ser tomada por mães que amamentam com um risco mínimo para o bebé, incluindo antibióticos e antidepressivos. No entanto, certos tratamentos, como os isótopos radioactivos, a quimioterapia ou a medicação para a tiroide, podem exigir a interrupção temporária da amamentação.

Em caso de incerteza quanto à segurança de um medicamento para o bebé, é prudente consultar um especialista em lactação. É essencial ter em conta que, embora os substitutos modernos do leite materno artificial sejam adequados e seguros, são vistos como uma opção secundária e só devem ser utilizados quando a amamentação se revelar verdadeiramente inviável.

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